Presidente do sindicato alertou empresários do setor durante evento no auditório da instituição
Comunicação Sinduscon-DF
O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), Adalberto Cleber Valadão Júnior, destacou nesta quinta-feira (30/4) que a reforma tributária não se resume a mudanças na cobrança de impostos. “Nossas empresas vão precisar passar por mudanças estruturais, estratégicas, administrativas, de gestão, para que possam fazer duas coisas. Primeiro, não morrer, não perder competitividade, ao ponto de não conseguirem seguir”.
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O alerta do líder empresarial ocorreu durante o Fórum Reforma Tributária: Impactos na Construção Civil, realizado no auditório do Sinduscon-DF, com a presença de dezenas de empresários do setor, autoridades, advogados e demais especialistas. O evento teve apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
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O segundo ponto relevante, de acordo com o presidente do Sinduscon-DF, é que as empresas devem aproveitar as oportunidades decorrentes da reforma para se diferenciarem em relação a outras. Valadão Júnior disse que essa expertise pode ajudar a terem, eventualmente, até redução de carga tributária, a depender da capacidade de gestão de cada uma. Ele demonstrou a necessidade urgente de um preparo organizacional inédito e muito aprofundado.
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Apesar do tom inicial de extrema urgência e de muita seriedade em relação aos enormes desafios impostos pela profunda alteração legislativa, o presidente do sindicato também fez questão de vislumbrar um horizonte de negócios muito positivo e promissor para todos os associados. Ele ressaltou que o sindicato cumpre, mais uma vez, o seu papel fundamental de promover debates e distribuir todo o conhecimento e as boas práticas essenciais para o mercado, especialmente para as empresas associadas.
“Revolução tributária”
Durante a abertura, o presidente executivo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Fernando Guedes Ferreira Filho, corroborou integralmente o alerta do presidente do Sinduscon-DF e reforçou o alerta aos empresários sobre a importância da adequação. “A reforma tributária não é uma reforma. É uma revolução tributária”, disse. Ele acrescentou que o cenário configurará profunda e complexa mudança estrutural capaz de alterar, substancialmente, o modelo tradicional de negócios de todos os construtores brasileiros.
Confira, a seguir, vídeo do evento:
Para ilustrar a dimensão dessa mudança corporativa no dia a dia das construtoras, o presidente da CBIC explicou que os empresários estão acostumados a operar apenas com projetos arquitetônicos, executivos, hidráulicos e elétricos. “A partir de agora, vamos ter que inserir o nosso empreendimento em um projeto tributário para entender o impacto da tributação desde a concepção do projeto até, no caso imobiliário, por exemplo, a sua última venda”, disse. “Quem entender este novo momento e novo modelo sairá na frente e terá vantagem competitiva em relação a quem não compreender que estamos diante de uma nova realidade, de uma revolução”.
O secretário-executivo de Fazenda do Governo do Distrito Federal, Anderson Roepke, parabenizou o sindicato pela iniciativa técnica e ressaltou que já está na hora de o setor privado entender profundamente a reforma tributária. Ele também alertou toda a plateia de empresários, destacando que as iminentes mudanças legislativas “são muito importantes, vão afetar bastante o setor de construção civil e vão mudar o próprio modelo de negócio”.
Patrocínio
O fórum Reforma Tributária: Impactos na Construção Civil tem o patrocínio dos seguintes escritórios:
– Noryon Soluções Corporativas
– Trindade, Camara, Retes, Barbosa & Roriz Advogados Associados
– Michiles Tavares Advocacia
– RDC Inteligência Estratégica
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