Reunião de diretoria do Sinduscon-DF discute importação de aço e reforma do IR

Reunião de diretoria do Sinduscon-DF discute importação de aço e reforma do IR
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Carolina Araújo
Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF

Nesta terça-feira (14), o Sinduscon-DF recebeu em sua reunião de diretoria, o assessor parlamentar do sindicato, Marcelo Moraes que explanou sobre a reforma do imposto de renda (PL 2331/2021); o presidente da Coopercon-DF, Marcelo Accioly e o diretor da Fronteira Trading, Alexandre Pedron, que trataram sobre a importação do aço; além do presidente da Ademi DF, Eduardo Aroeira, que detalhou o Seminário Jurídico a ser realizado pela associação.

A abertura foi feita pelo presidente do Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, que concedeu a palavra para Marcelo Accioly. “O processo da importação do aço já está na fase final”, enfatizou. Ele ainda destacou que está prevista a chegada do aço no Brasil na segunda quinzena de novembro. 

Já Alexandre Pedron destacou que, do meio do ano até hoje, o preço não teve alteração, e que já estão aptos a fazer a compra, que é exclusiva para cooperados e pode ser demandada até a próxima sexta-feira (17).

O presidente da Ademi-DF, Eduardo Aroeira, convidou a todos para o Seminário de Direito Imobiliário, que chega a sua terceira edição. “O seminário é uma tradição que temos. Os dois primeiros foram um sucesso e esse também vai ser”. Ele lembrou que o evento será de forma híbrida por conta da pandemia. Clique aqui e saiba mais!  

Em seguida, foi dada a palavra a Marcelo Moraes que falou um pouco sobre a reforma do imposto de renda aprovada neste mês na Câmara dos Deputados. “Nosso sistema tributário é muito robusto”. Foi com essas palavras que ele definiu como é o processo no Brasil. Moraes colocou que não haverá impactos negativos no setor da construção civil, porque a maior parte dos tributos do segmento não serão atingidos pela reforma.

O PL segue para aprovação no Senado Federal. E uma das perguntas feitas durante o debate foi se tem chances de ser aprovado pela casa legislativa. Marcelo respondeu que o cenário no Senado será mais difícil do que na Câmara. “A perspectiva hoje é de incerteza e o viés de aprovação é negativo”, concluiu.

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